quarta-feira, 27 de abril de 2011

Sarmo 23 dos Minero

O Sinhô é meu pastô e nada há de me fartá
Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá
Ele tamém me leva pros corgos de água carma...
Inda que eu tenha qui andá nos buraco assombrado
lá pelas encruziada do capeta não careço tê medo di nada a-modo-de-quê 
Ele é mais forte que o “coisa-ruim”
Ele sempre nos aprepara uma boa bóia na frente di tudo quanto é maracutaia
E é assim que um dia quando a gente tivé mais-pra-lá-do-qui-pra-cá
nóis vai morá no rancho do Sinhô pra inté nunca mais se acabá...


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